“Foi um momento importante para refletirmos sobre o fazer da crítica cinematográfica em um momento que o cinema brasileiro precisará se radicalizar por conta das limitações de fomento”.

Arthur Anderson Quadra Alves da Silva, participante da oficina Análise de Estilos Cinematográficos

____________

“Eu sou uma cineasta iniciante, com dois filmes caseiros produzidos na quarentena, então para mim foi extremamente significativo o acolhimento do meu curta “Do Pó ao Pó” na programação da CineBH deste ano. Sempre ouvi falar da mostra como sendo uma das mais importantes do país, onde foram exibidos filmes de cineastas que admiro muito. Neste ano em que nossas vidas foram completamente transformadas, e que as coisas se misturam e os processos se confundem, sinto que testemunhei uma edição histórica, tanto como espectadora dos filmes e dos debates, quanto como realizadora, e fico muito feliz por ter participado disso”.

Beatriz Saldanha, diretora de Do Pó ao Pó

____________

Participei do CineBH na Mostra Diálogos Históricos, curada pelo Pedro Butcher. Apresentei a sessão de Não reconciliados ou só a violência ajuda, onde a violência reina, de Huillet-Straub, e comentei o filme na sequência. Foi um prazer contribuir contextualizando tanto o filme quanto os cineastas, objetos da minha tese de doutorado. No mais, a Mostra não apenas proporcionou ao público a oportunidade de entrar em contato com grandes filmes de importantes autores, raramente exibidos, quanto forneceu, através deles, um panorama crítico da Alemanha no século XX. 

Dalila Camargo Martins, crítica de cinema

____________

“Foi muito interessante participar do festival. Recebi alguns retornos de pessoas que viram o filme pela primeira vez. Foi positivo. Foi legal o filme ser disponibilizado com legenda descritiva aí fica mais acessível para quem tem deficiência. É diferente um festival online. A vantagem é que as pessoas de fora de BH puderam assistir”.

Daniel Gonçalves, diretor de Meu Nome é Daniel

____________

“Ficamos muito honrados ao receber o convite para participar do CineBH. Para todos nós que trabalhamos nesse filme, é muito importante estarmos na programação de um dos maiores e mais importantes festivais do país, uma vez que fortalece nossos currículos e perspectivas de trabalho. Como realizador, fico feliz por dar as caras em uma mostra destinada a educação das crianças, pq nosso objetivo era justamente o de criar uma obra sensível para dialogar com elas acerca do desenvolvimento humano. Ter o trabalho reconhecido dessa forma, pra mim, é o mais importante, pois fortalece a caminhada para continuar produzindo.”

Danilo Custódio, diretor de Antes que Vire Pó

____________

“Fiquei muito feliz em participar da CineBH. Fiquei surpreso com o recorte de buscar uma integração do cinema, principalmente com o teatro, que tem uma linguagem que busca conectar. Geralmente a discussão crítica sobre cinema ainda permanece no lugar da especificidade, então eu acho um gesto muito certo da curadoria de fazer outro tipo de enfoque que não é tão comum. Achei a curadoria muito boa, gostei muito da programação, um trabalho de divulgação muito legal e a equipe muito atenciosa. Espero participar outras vezes e ver os filmes que eu assisti circulando em outros lugares. ‘Meu Nome é Bagdá’ foi o que mais me deu um frescor. Espero que continue circulando e o festival acontecendo tão bem e se adaptando muito bem a essa situação online”. 

Eduardo camargo, diretor de Eu Sou a Destruição

____________

“A minha participação no 14ª CineBH na Mostra Diálogos Históricos, no meu entender, foi uma experiência muito potente. O processo de pesquisa foi intenso, e foi um enorme prazer compartilhar com os espectadores do festival. A conversa foi muito bem conduzida  por Marcelo Miranda, e espero ter contribuído para uma uma abordagem da obra, que faça jus ao seu próprio histórico. No final acho que conseguimos demonstrar alguns pontos da incrível atualidade da obra. Comentar Kuhle Wampe, foi realmente uma alegria. Sem mais.”

Eugênio Lima, crítico de cinema

____________

“Em nome de toda a equipe do “Aqui, Nem Eu”, eu posso dizer que participar deste edição da CineBH foi uma experiência incrível e é muito gratificante nosso filme compor um festival tão importante como esse. A discussão criada em cima do tema Pandemia Criativa foi muito importante e a gente fica feliz de ter sido capaz de contribuir para uma reflexão tão importante em cima do papel da arte nos tempos que estamos vivendo. Foi uma experiência maravilhosa que nunca vamos esquecer”. 

Gustavo Aguiar, diretor de Aqui, Nem Eu

____________

“Eu sou um admirador da proposta da Mostra Diálogos Históricos, que me parece enriquecedora para o cenário de curadoria de cinema no Brasil. Foi com bastante satisfação que aceitei o convite e pude contribuir como crítico e pesquisador ao evento.” 

Hermano Callou, crítico de cinema

____________

“Participar do Laboratório do Roteiro de Séries foi bem proveitoso, permitindo o contato com profissionais experientes e com colegas de várias partes do Brasil, sinalizando ainda para tendências do mercado. Sem dúvida, uma experiência bastante enriquecedora.

Jorge Luís Moutinho Lima, participante do Laboratório de Roteiro – Série de Ficção

____________

“Foi um grande prazer saber que meu filme participou de um evento a Mostra CineBH. Saber que ele foi levado em consideração já é uma conquista positiva em todo o processo que ocorreu para torná-lo concreto. Sabendo do nível da curadoria e do perfil que a mostra mantém, acho que o filme foi bem enquadrado, acho que estar neste evento deu prestígio ao meu trabalho, espero manter contato e poder compartilhar essa paixão pelo cinema a longo prazo. Meus cumprimentos.”

Juan Alvarez-Duran, diretor de Nós, os bárbaros

____________

“Participar da Mostra CineBH com nosso documentário sobre os 20 anos do Festival Cenas Curtas foi muito importante para nós, do Centro Cultural Galpão Cine Horto. Estar nesta importante Mostra de Cinema, tão significativa para a cidade, confirma a importância de produzirmos registros audiovisuais sobre nossos projetos e nossa memória, revelando o quão necessário é compartilhar nossas ações culturais de diferentes forma e em diferentes linguagens. Como codiretor do filme, sinto que nosso cuidadoso trabalho em contar a história de um dos principais festivais de teatro da cidade pelo ponto de vista afetivo e subjetivo dos entrevistados foi valorizado ao obter reconhecimento e visibilidade pela Mostra CineBH.”

Marcos Coletta, diretor de Cenas Curtas 20 anos: A Festa dos Encontros 

____________

“Experiência incrível e muito rica! O formato de laboratório é muito instigante e divertido por associar teoria e prática com o direcionamento para o desenvolvimento de projetos. As aulas foram sensacionais e me animaram a dar um gás ainda maior no roteiro. Muito boa a possibilidade de troca com os demais participantes e de conhecer pessoas de diferentes partes do Brasil engajadas com o audiovisual mesmo em tempos tão adversos. Adorei ter o contato com essa ampla diversidade de ideias e de processos de criação. O Lab foi uma dose super necessária de estímulo e inspiração, motivada pela convivência que ele proporciona. Vida longa aos labs do Cine BH!”

Mila Henriques Lo Bianco, participante do Laboratório de Roteiro – Série de Ficção

____________

“Participar do Brasil CineMundi 2020 foi uma experiência fundamental para o desenvolvimento de Paralaxe e, sem dúvida, uma porta de entrada para o mercado internacional. Oportunidade única!”

Ricardo Murad, diretor de Paralaxe [Projeto Brasil CineMundi]

____________

“A mostra é realmente um acontecimento poderoso: diversidade, amplitude, qualidade contextual. Falar de cinema, incluindo o que essa linguagem audiovisual tem proporcionado a artistas da cena, de maneira geral, é de uma inteligência curatorial admirável. O curto período nos deixa aflitos, querendo ver tudo… e as rodas de conversa são, talvez, o ponto alto, no que se refere à reflexão acerca do nosso fazer artístico, hoje, em meio a pandemias e pandemônios. Como artista da cena, e tendo o teatro como principal plataforma de expressão, foi um momento de aprendizado, um suspiro de quem abre uma janela e pode enxergar em perspectiva. Fiquei honrada – feliz mesmo – em fazer parte da mostra e surpresa  com a competência da produção, com a requintada e respeitosa forma como nos receberam e à nossa delicada experimentação. Agradecer é redundante, mas há que se dizer que essa mostra move ideias, desloca os olhares e transforma modos e formas de se fazer cena. Belo Horizonte, agora, é a capital do cinema. Um brinde Ao Teatro, um brinde Ao cinema, um brinde à Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte”. 

Rita Clemente, diretora de Ao Teatro

____________

“Fico muito feliz e honrada do meu filme  dentro da CineBH que este ano, por conta da pandemia, teve o evento online, que registrou o alcance de mais de um milhão e meio de pessoas nas redes e mais de 50 mil acessos de 17 países no site. É um evento muito importante para o intercâmbio de profissionais e filmes. Ainda, para o público conhecer o que está sendo produzido no audiovisual. Quero agradecer a importância desse evento para a cultura nacional”.

Sinai Sganzerla, diretora de Extratos

____________

Participar da edição de 2020 do CineMundi foi muito importante pra mim e pro projeto. Foi a primeira vez que recebi feedbacks sobre Anastácias, que é meu filme de estreia, e começar com pessoas tão profissionais, experientes e verdadeiramente interessadas no meu projeto, foi inspirador. Terminei os encontros cheia de ideias, inquietações e sobretudo, vontade de continuar a trabalhar para fazer com que o filme chegue no máximo de pessoas possível. 

Thati Almeida, diretora de Anastácias [Projeto Brasil CineMundi]

____________

“Fiquei muita emocionada com as equipes que consultei e propus que entrassem em contato comigo dentro um mês! Terei o maior prazer em saber se esta consultoria os ajudou. Obrigada por me dar a chance de participar.”

Virginie Devesa, agente de vendas Alpha Violet | França [Convidada Brasil CineMundi]

____________

“Fiquei com seis filmes em destaques na CineBH e uma masterclass. Agradeço profundamente ao Pedro Butcher e toda a equipe da Universo Produção pelo termo e potente convite para que pudesse participar dessa edição da mostra enquanto artista em foco. O cinema é importante para mim como é essencial o direito à expressão humana-artística”.

Welket Bungué, cineasta