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Durante a Grande Depressão em Berlim nos anos 1930, às vésperas da ascenção do nazismo, uma família é expulsa de seu apartamento e, sem opção, é obrigada a se mudar para o campo de férias Kuhle Wampe, que se transformou em acampamento de sem-teto. Marco do cinema político-social com roteiro de Bertolt Brecht.

Disponível até: 02/11 ás 23h59

Classificação: 12 anos

Sessão comentada por Eugênio Lima, diretor da peça Black Brecht – E se Brecht fosse negro.

 

Roteiro: Bertolt Brecht, Ernst Ottwald

Fotografia: Günther Krampf

Música: Hanns Eisler

Som: Peter Meyrowitz,Carl Erich Kroschke, Michelis

Música:Josef Schmid

Elenco: Hertha Thiele, Ernst Busch, Martha Wolter, Adolf Fischer, Lili Schoenborn-Anspach

Produção: Willi Münzenberg, Lazar Wechsler

 

Sobre Eugênio Lima:
É DJ, ator-MC, pesquisador da cultura afro-diásporica, diretor do Coletivo Legítima Defesa e membro fundador do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e da Frente 3 de Fevereiro. É diretor do espetáculo Black Brecht – E se Brecht fosse negro. Vencedor do Prêmio Coca Cola/FENSA 2004 de Melhor Música pela peça “Acordei que Sonhava”, do Prêmio Shell em 2006 de Melhor Música por “Frátria Amada Brasil – Pequeno Compêndio de Lendas Urbanas” e  do  Prêmio Governador do Estado 2014, com o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, por “Antígona Recortada – Contos Que Cantam Sobre Pousos Pássaros.