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Enquanto os diretores brincam com as cronologias do romance de Heinrich Böll, movendo-se entre a autocracia kaiser de 1910 e o milagre econômico Adenauer dos anos 50, eles mapeiam as origens e o legado do nazismo e as exigências morais de obediência e sacrifício dentro da família burguesa alemã.

 

 

Disponível até: 02/11 ás 23h59

Classificação: 12 anos

Sessão comentada por Dalila Martins, mestre pela ECA/USP, onde atualmente desenvolve uma tese de doutorado sobre o cinema de Danièle Huillet e Jean-Marie Straub.

 

Roteiro, Edição e Produção: Jean-Marie Straub e Danièle Huillet

Fotografia: Christian Blackwood, Gerhard Ries, Wendelin Sachtler, Jean-Marie Straub

Som: Lutz Grubnau, Willi Hanspach

Música: François Louis

Elenco: Günther Becker, Jürgen Beier, Peter Berger, Gottfried Bold, Walter Brenner, Johannes Buzalski

 

Sobre Dalila Martins:
Bacharel em Audiovisual e Mestre em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA/USP, onde atualmente desenvolve tese de doutorado sobre o realismo negativo de Danièle Huillet e Jean-Marie Straub. Participa do grupo de pesquisa História da Experimentação no Cinema e na Crítica (CNPq). Ex-redatora da Revista Cinética e colaboradora do periódico La Furia Umana e da Revista CULT, tendo publicado também em diversos catálogos. Programou as mostras Breve Historia de la Experimentación Audiovisual Brasileña, Western: Diálogo com os Mortos, 15ª Mostra ABD Cine Goiás e integrou a equipe curatorial do IV Fronteira Festival Internacional do Filme Documentário e Experimental. Já ministrou cursos e palestras em lugares como IBRACO, Biblioteca Roberto Santos, Escola da Cidade, MAM-SP, Instituto Tomie Ohtake, Companhia Kiwi de Teatro, Centro de Pesquisa e Formação do SESC e cineclubes. Expôs também alguns trabalhos em vídeo, dentre eles NU (2011), em coautoria com Carlos Fajardo.