CINEBH CELEBRA 20 ANOS, DISCUTE O FUTURO DO CINEMA LATINO-AMERICANO E HOMENAGEIA A CINEASTA PARAGUAIA PAZ ENCINA
Publicado em 25 ago 2026Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte acontece de 22 a 27 de setembro, com programação gratuita de filmes brasileiros e internacionais, debates, encontros e atividades de formação
Edição comemorativa traz como temática “Cinema latino-americano: O que será?”, cria a competitiva Mostra Horizonte para longas de estreia de diretores latinos e revisita filmes que marcaram os 20 anos de trajetória do evento
17º Brasil CineMundi reúne 37 projetos brasileiros e mais de 200 profissionais da indústria audiovisual de 15 países em atividades de formação, pitching e encontros de negócios
CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte celebra 20 edições em 2026 entre os dias 22 e 27 de setembro. São duas décadas de atividades dedicadas a pensar o cinema brasileiro nas suas relações com o mercado, a coprodução e as parcerias internacionais. Com programação sempre inteiramente gratuita, o evento reúne filmes brasileiros e estrangeiros, com foco no cinema latino-americano, com pré-estreias, sessões comentadas, debates, atividades formativas e ações de mercado em diferentes espaços da capital mineira.
Em 2026, serão exibidos 101 filmes brasileiros e internacionais, sendo 48 longas e 53 curtas-metragens. Os títulos estão distribuídos em 69 sessões nas mostras Horizonte, Território, Vertentes, Praça, Homenagem, Diálogos Históricos, Retrospectiva 20 anos, A Cidade em Movimento, Cine-Expressão – A Escola vai ao Cinema, Mostrinha, WIP, além da abertura e sessões especiais. A programação ocupa oito locais da capital mineira – Fundação Clóvis Salgado (Cine Humberto Mauro, Sala Juvenal Dias, Teatro João Ceschiatti e Jardim Interno), Cine Theatro Brasil (Grande-Teatro, Teatro de Câmara, Galerias 5º e 6º andar, Terraço), Cine Belas Artes, Sala de Cinema Minas Tênis Clube, Cine Santa Tereza, Teatro Sesiminas, Casa da Mostra e Praça da Liberdade.
Integrado à programação da CineBH, acontece o 17º Brasil CineMundi – Encontro Internacional de Coprodução, o evento de mercado do cinema brasileiro, que amplia a conexão entre a produção brasileira e profissionais e instituições da indústria audiovisual internacional.
A abertura da 20a Mostra CineBH, será no dia 22 de setembro, terça, às 20 horas, no Grande Teatro do Cine Theatro Brasil, com a exibição em pré-estreia nacional do filme “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, novo longa-metragem do cineasta mineiro André Novais Oliveira, da produtora Filmes de Plático. A noite vai ter também homenagem à cineasta paraguaia Paz Encina, que estará em Belo Horizonte para receber o Troféu Horizonte, conversar sobre seus filmes e ministrar uma masterclass.
TEMÁTICA: CINEMA LATINO-AMERICANO: O QUE SERÁ? E MOSTRAS COMPETITIVAS
A pergunta “Cinema Latino-Americano: O que será?” orienta as reflexões da 20ª CineBH, sendo este ano a temática central. A ideia da proposta curatorial parte de incertezas políticas, sociais e econômicas que atravessam a América Latina em 2026 e de como mudanças de governo, redução de investimentos públicos, fragilização de políticas culturais e disputas em torno da regulação interferem nas condições de produção e circulação dos cinemas do continente. “As escolhas cinematográficas tendem a também ser, em alguma medida, afetadas e estimuladas por essas conjunturas, sem necessariamente serem reflexos e representações diretas delas”, afirma Cléber Eduardo, coordenador curatorial da CineBH.
O título da temática recupera a canção “O que será?”, de Chico Buarque, lançada em 1976 e incorporada à trilha sonora de “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, de Bruno Barreto. Exatamente 50 anos depois, o filme ganha sessão especial na CineBH, criando assim uma ponte entre dois períodos separados por meio século. Se em 1976 boa parte da América Latina vivia sob regimes militares e ainda havia uma compreensão mais unitária do chamado Nuevo Cine Latino-Americano, em 2026 a produção do continente se apresenta de maneira mais fragmentada e heterogênea. “O cinema latino-americano com o qual tomamos contato na seleção e na programação da CineBH em 2025 e em 2026 é composto de muitos cinemas diferentes e distintos”, afirma Cléber. “É justamente essa variedade de difícil síntese que compõe um universo latino-americano de filmes e sociedades. Não existe pureza possível, apenas misturas em conflitos.”
Essa diversidade se manifesta diretamente nas mostras Horizonte e Território, que formam os dois recortes competitivos latino-americanos da edição. Novidade este ano, a Horizonte é dedicada exclusivamente a primeiros longas-metragens ou estreias de realizadores na direção de longas e coloca em discussão as condições enfrentadas por quem inicia uma filmografia no continente. A seleção reúne seis títulos: “Si Vas Para Chile” (Chile), de Amilcar Infante e Sebastián González Méndez; “Cuba y la Noche” (Cuba/Espanha), de Sergio Fernandez Borrás; “El Sonido Es el Cuerpo” (Colômbia), de Diego Andrés Murillo; “Jankee” (México/Argentina), de Yamel Thompson; “Sabes de Mim, Agora Esqueça” (Brasil), de Denise Vieira; e “Los Nadadores” (Argentina/México/Estados Unidos), de Sol Iglesias SK. Segundo a curadoria, esse conjunto mostra a variedade de formas cinematográficas e os deslocamentos geográficos de uma geração de realizadores, incluindo cineastas que trabalham fora de seus países de origem.
Já a Mostra Território, seção competitiva na CineBH desde 2023, passa por reformulação: deixa de limitar a participação a cineastas com até três longas e passa a receber realizadores em diferentes momentos de suas trajetórias. O princípio territorial permanece compreendido em dimensões geográficas, culturais e subjetivas. Os seis filmes selecionados são “Pukem Swa” (Colômbia), de Samuel Moreno Alvarez; “Nuestro Cuerpo Es una Estrella que se Expande” (México), de Semillites Hernández Velasco e Tania Hernández Velasco; “La Vida que Vendrá” (Chile), de Karin Cuyul; “Telúrica, a Íntima Utopia” (Brasil), de Mariana Lacerda; “Deserto Vértigo” (Argentina), de Rocío Barbenza; e “Calle Cuba” (Cuba), de Vanessa Batista. Desertos, espaços rurais, bairros, corpos, arquivos e diferentes formas de pertencimento atravessam a seleção, com procedimentos documentais, ensaísticos e performáticos. A curadoria das mostras Horizonte e Território ficou a cargo de Cléber Eduardo, Ester Marçal Fér, Leonardo Amaral, Mariana Queen Nwabasili e Gustavo Maan.
HOMENAGEM: PAZ ENCINA
A relação entre memória, história, território e permanência que atravessa a temática encontra um ponto de convergência na obra de Paz Encina, homenageada desta edição da CineBH. Nascida em Assunção e formada em direção cinematográfica pela Universidad del Cine de Buenos Aires, a realizadora construiu nas últimas duas décadas uma filmografia ligada à história e às memórias do Paraguai. Reconhecida internacionalmente desde 2006, Encina se consolidou como uma das cineastas centrais da produção latino-americana contemporânea, ao lado da argentina Lucrecia Martel, e desenvolveu um trabalho em que imagem, som, ausência e memória estabelecem relações particulares com os processos históricos de seu país.
Seu primeiro longa, “Hamaca Paraguaya”, completa 20 anos em 2026. O filme estreou na seção Un Certain Regard do Festival de Cannes e recebeu o prêmio da FIPRESCI. Falado em guarani e centrado num casal de camponeses idosos à espera do retorno do filho da Guerra do Chaco, tornou-se também um marco para o cinema paraguaio ao ser o primeiro longa realizado no país desde 1978. A CineBH exibirá o filme na Mostra Diálogos Históricos, junto a “Ejercicios de Memoria” (2016), construído a partir das lembranças dos filhos do opositor da ditadura de Alfredo Stroessner Agustín Goiburú, e “Carta a un Viejo Master” (2024), coprodução com o Brasil na qual Encina estabelece uma carta cinematográfica endereçada a Eduardo Coutinho. As três sessões terão bate-papos com a diretora.
FILMES EM EXIBIÇÃO
Na Mostra Vertentes, filmes brasileiros contemporâneos de grande repercussão terão pré-estreia nacional e bate-papos após cada sessão. Entre eles, títulos que vêm chamando atenção em circuitos e premiações, como “Pele de Rinoceronte”, de Marcelo Maia; “Virtuosas”, de Cíntia Domit Bittar; “Leite em Pó”, de Carlos Segundo; “Yellow Cake”, de Tiago Melo; “Entre o Sucesso e a Lama”, de Cristiano Burlan; “O Filho da Puta”, de Otto Guerra, Tanya Anaya, Sávio Leite e Érica Maradona; “Reparação”, de Marcus Curvelo; “Adulto/Homem”, de Pedro Diógenes; e “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, de Janaína Marques. A curadoria da Mostra Vertentes foi feita por Marcelo Miranda e Rubens Anzolin.
Este ano, um recorte especial “Olhares da Argentina” exibe “El Príncipe de Nanawa”(Argentina/Paraguai), de Clarisa Navas, e “Caigan las Rosas Blancas” (Argentina/Espanha), de Albertina Carri e inclui ainda “Nuestra Tierra” (Argentina), de Lucrecia Martel. A curadoria é de Cléber Eduardo.
Na grade de curtas-metragens brasileiros contemporâneos, 18 filmes estão organizados em três sessões de Curtas Contemporâneos e na tradicional sessão Curtas no Almoço, reunindo trabalhos que transitam por diferentes formas narrativas e procedimentos, entre ficção, documentário, animação e experimentação. Os filmes selecionados estabelecem relações com territórios, questões de gênero e identidade, vínculos familiares e afetivos, conflitos sociais e ambientais e exploram diferentes possibilidades de imaginário. A seleção também evidencia uma ampla diversidade regional, com produções de Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo, sendo total de 11 estados em todas as cinco regiões do país. A seleção de curtas foi feita por Rubens Fabricio Anzolin e Marcelo Miranda.
Para marcar os 20 anos da CineBH, acontece uma retrospectiva comemorativa, que recupera filmes brasileiros importantes exibidos ao longo desse tempo na mostra e ilustra transformações de mercado, de estética e de contexto, tanto dos longas-metragens quanto do próprio evento. Dentre os destaques estão “A Via Láctea” (2007), de Lina Chamie; “Lóki: Arnaldo Baptista” (2008), de Paulo Henrique Fontenelle; “Mate-me Por Favor” (2015), de Anita Rocha da Silveira; “Corpo Elétrico” (2017), de Marcelo Caetano; e “Sol Alegria” (2018), de Tavinho Teixeira e Mariah Teixeira.
A Mostra Praça deste ano exibe dois longas dirigidos por artistas mais conhecidos na atuação e que agora aparecem também atrás das câmeras: “Querido Mundo”, de Miguel Falabella, codirigido por Hsu Chien; e “Sexa”, de Glória Pires. A animação mineira “Ana, En Passant”, de Fernanda Salgado, e a aventura “Folclórica”, de Rodrigo Aragão, todo feito com bonecos e marionetes, são os outros títulos que estarão na Praça da Liberdade, em programas para toda a família.
Em sua 11ª edição, a Mostra A Cidade em Movimento, com curadoria de Bruna Piantino, segue seu percurso de exibir a produção independente de Belo Horizonte e região metropolitana. Sob o título, este ano, de “Abecedário da Existência”, a edição está organizada em cinco programas (15 curtas e 2 longas-metragens) que partem da cidade-território para investigar dimensões da experiência humana, das relações com o espaço e o corpo às questões ambientais, à linguagem e às formas de existência coletiva. Entre os trabalhos programados estão “Como Atravessar Paredes: a História do Centro Cultural Galpão Cine Horto”, de Chico Pelúcio, Henrique Vertchenko, Marcos Coletta e Rodolfo Magalhães; “Ouro de Tolo Remix”, de Gabriel Afonso; “Todas as Cores que Eu Já Senti na Vida”, de Bernardo Franco; “Queremos Praia – Anunciação…”, de Chico Pelúcio, Marcelo Braga e Rodolfo Magalhães; e “Um Mar”, de Duna Dias e Leonardo Augusto.
17º BRASIL CINEMUNDI: CONEXÕES COM O MERCADO INTERNACIONAL
Integrado à CineBH, o Brasil CineMundi – Encontro Internacional de Coprodução chega à 17ª edição consolidado como espaço de encontro entre projetos brasileiros e a indústria audiovisual internacional. Em 2026, foram selecionados 37 projetos, distribuídos em cinco categorias: 10 na Horizonte, dedicada a longas de ficção em desenvolvimento; seis na DocBrasil, de documentários; seis na Foco Minas, exclusiva para projetos mineiros; cinco no Work in Progress (WIP), para filmes em finalização; e dez na Paradiso Multiplica. A seleção veio de um recorde de 375 inscrições e contempla projetos de 11 estados brasileiros. Minas Gerais lidera a presença, com 10 trabalhos, seguido por São Paulo, com nove, e Pernambuco, com cinco.
Mais de 50 convidados de 15 países participam das atividades do Brasil CineMundi, entre representantes de Alemanha, Argentina, Áustria, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, Espanha, França, Itália, México, República Dominicana, Senegal e Uruguai. Uma das novidades é a realização de sessões de pitching para 22 projetos das categorias Horizonte, DocBrasil e Foco Minas. Esses trabalhos participam também do Lab de Desenvolvimento e, juntamente com os cinco filmes do WIP, integram rodadas de negócios com representantes da indústria internacional. O programa oferece ainda atividades de preparação, consultorias e formação voltadas ao desenvolvimento dos projetos e à aproximação com potenciais parceiros.
A seleção desse cinema brasileirio do futuro apresenta diversidade regional e temática, com trabalhos de realizadores afro-brasileiros e LGBTQIA+, estreias de atrizes na direção e cineastas presentes em diferentes etapas de desenvolvimento de seus trabalhos.
SEMINÁRIO INTERNACIONAL “ENTRE CINEMAS”
Integrando as duas vertentes da CineBH, o Seminário Internacional Entre Cinemas – CineBH + CineMundi 2026 vai ocupar o Cine Theatro Brasil entre 23 e 26 de setembro. De um lado, a CineBH representa o espaço de reflexão sobre linguagens, identidades, produção futura e relações com o cinema latino-americano; de outro, o Brasil CineMundi chega como espaço de desenvolvimento de projetos, mercado, coprodução, internacionalização e circulação. Cineastas, produtores, agentes de mercado, gestores, pesquisadores, curadores e profissionais da indústria brasileira e internacional participam de debates, painéis, masterclasses e rodas de conversa.
O Seminário se organiza em quatro eixos: Pensar o Cinema, voltado a linguagem, identidade, diversidade, territórios e imaginários contemporâneos; Construir os Projetos, dedicado a desenvolvimento, qualificação, pitching e relação com públicos; Conectar Territórios e Mercados, sobre internacionalização, coprodução, políticas, redes e inserção em diferentes geografias; e Fazer os Filmes Circularem, que aborda festivais, agentes de vendas, mercados e públicos. A abertura, em 23 de setembro, terá o debate “Cinema Latino-Americano: O que será?”, com masterclass da diretora Paz Encina. As rodas de conversa desta edição terão ainda como foco específico a presença das mulheres no audiovisual, reunindo profissionais de diferentes gerações e áreas.
Outro marco do aniversário da mostra será o lançamento do livro – “Territórios do Cinema – CineBH 20 anos”, que apresenta as perspectivas construídas nas trajetórias da CineBH e reflexões sobre o cinema latino-americano e o livro “O Cinema Brasileiro no Mundo” – publicação do Brasil CineMundi que celebra 17 edições. Ambos abordam criação, pensamento crítico, políticas audiovisuais, desenvolvimento de projetos, mercado, internacionalização e circulação e serão lançadas no encerramento do Seminário, em 26 de setembro, com presença de autores e colaboradores.
PARA OS PEQUENOS
A formação de novos públicos também integra a programação da 20ª CineBH nas Sessões do Programa Cine-Expressão e na Mostrinha, iniciativas voltadas à aproximação de crianças e estudantes com o audiovisual. As atividades propõem o cinema como espaço de experiência, descoberta e novos olhares e estimula o contato do público infantojuvenil com diferentes formas de narrativa e expressão. Com uma programação composta por 15 curtas-metragens, configurada de acordo com a faixa etária do público, a partir de critérios que incluem temática, conteúdo visual, tipos de linguagem, diálogos, e a complexidade da narrativa, o programa da Sessão Cine-Escola reúne obras que transitam entre animação e ficção, sustentando uma relação própria com o tempo, a imagem, o humor, o conflito e a imaginação. Cada sessão é pensada como uma composição de linguagens cinematográficas que dialogam entre si.
Por sua vez, a Mostrinha exibe filmes voltados a toda a família, em sessões especiais que este ano terá, ainda, a exibição na Praça da Liberdade de “Folclórica”, aventura com fantoches e bonecos dirigida por Rodrigo Aragão.
PROGRAMAÇÃO ONLINE
A programação da 20ª CineBH também se estende ao ambiente online, ampliando o acesso do público às atividades e aos conteúdos da mostra. Em parceria com o Itaú Cultural, a plataforma IC Play recebe uma seleção especial da programação, enquanto o site oficial cinebh.com.br disponibiliza um recorte da Mostra Retrospectiva 20 anos, reunindo títulos que celebram a trajetória do festival e revisitam momentos marcantes de sua história. A iniciativa reforça o compromisso da CineBH com a democratização do acesso ao cinema brasileiro e com a formação de novos públicos, levando parte de sua programação para além das salas de exibição e alcançando espectadores de diferentes regiões do país.
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A 20ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte e o 17º Brasil CineMundi integram o Cinema sem Fronteiras 2026 – programa internacional de audiovisual idealizado pela Universo Produção e que reúne também a Mostra de Cinema de Tiradentes (centrada na produção contemporânea, em janeiro) e a CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto (que difunde o audiovisual como patrimônio e ferramenta de educação, em junho).
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SERVIÇO
20a CINEBH – MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE BELO HORIZONTE
17º BRASIL CINEMUNDI – ENCONTRO INTERNACIONAL DE COPRODUÇÃO
22 a 27 de setembro de 2026 | PROGRAMAÇÃO GRATUITA
Fundação Clóvis Salgado (Cine Humberto Mauro, Sala Juvenal Dias, Teatro João Ceschiatti e Jardim Interno), Cine Theatro Brasil (Grande-Teatro, Teatro de Câmara, Galerias 5º e 6º andar, Terraço), Cine Belas Artes, Sala de Cinema Minas Tênis Clube, Cine Santa Tereza, Teatro Sesiminas, Casa da Mostra e Praça da Liberdade
LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA
ESTE PROJETO É REALIZADO COM RECURSOS DA LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO À CULTURA DE BELO HORIZONTE
Patrocínio Master: PETROBRAS
Patrocínio: REDE MATER DEI DE SAÚDE
Parceria: MINISTÉRIO PÚBLICO DE MINAS GERAIS, PREFEITURA DE BELO HORIZONTE ATRAVÉS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA
Apoio: CASA DA MOSTRA, CTAV
Corealização: INSTITUTO UNIVERSO CULTURAL
Idealização e Realização: UNIVERSO PRODUÇÃO
MINISTÉRIO DA CULTURA